sexta-feira, 13 de julho de 2012

Breve História do Rock – 60’s


Paul, George, Ringo e John

Impossível falar do rock na década de 1960 sem citar The Beatles, a banda mais conhecida e querida do mundo. Dificilmente você encontra alguém que não goste deles. Suas músicas são eternas e ficarão marcadas para sempre na história de cada um de nós. Sempre penso na minha vida com trilha sonora, não sei se isso é muito louco, mas pelo menos em um momento, uma música dos Beatles seria ideal.


Mick Jagger, Brian Jones, Charlie Watts, Keith Richards e Bill Wyman  (1962)                                                                              Mick Jagger, Keith Richards, Charlie Watts e Ron Wood (2012)

Podemos destacar ainda os Rolling Stones, com os sucessos "Gimme Shelter", "Paint it Black" , "(I Can't Get No) Satisfacton", entre outros. A banda, formada em 1962, está em atividade até os dias atuais. Nesse ano de 2012, a banda completa meio século, sendo uma das mais antigas ainda a tocar.  




Também merecem ser lembrados...

A versão original de “Respect”  é de Otis Redding, mas a versão que eu gosto mais é o cover da Aretha Franklin. Nada contra a versão original, de forma alguma, é que a da Aretha passa mais emoção, a voz dela se encaixa com perfeição na música.



Outro ícone da época são The Monkees, grupo americano para competir com os Beatles. Infelizmente, no início deste ano, David Jones sofreu um infarto e foi o primeiro Monkee a falecer.


Astros internacionais dos anos 60:

Bob Dylan, Led Zeppelin, The Who, Black Sabbath, Steppenwolf, The Temptations, Janis Joplin, Jimi Hendrix, The Doors, 
entre muitos outros. 
Uma triste notícia foi divulgada no início deste ano: Tony Iommi, do Black Sabbath foi diagnosticado com câncer linfático mas, felizmente, ele conseguiu vencer esse assustador obstáculo! Felicidades para os fãs e para a estrela do rock, que voltou aos palcos depois de ter superado a doença.




Astros nacionais: 
Jovem Guarda (Roberto Carlos, Erasmo Carlos e Wanderléia),
Os Mutantes (Rita Lee, Arnaldo Baptista e Sérgio Dias), sendo que estes participaram do movimento tropicalista no país.


O que eu mais gosto do rock nacional nos anos 60 é Splish Splash cantada por Roberto Carlos, ela é contagiante! 






Festival de Woodstock 

 imw0105803 - Bethel, New York: Woodstock 
Festival 1969 ©Tom Miner/The Image Works/TopFoto


O grande marco da história do rock nos anos 60 ficou no finalzinho da década. Em 1969, ocorreu o Festival de Woodstock, que reuniu quase 500 mil pessoas em três dias de paz, amor e rock and roll, numa região rural, ao norte de Nova Iorque. O espaço, originalmente destinado a receber 50 mil pessoas, agrupou jovens hippies que buscavam ultrapassar os limites impostos pelos conservadores, vivendo com liberdade e promovendo a paz. Sendo contrários à guerra do Vietnã, os sonhadores de Woodstock participaram do maior festival de rock da história e marcaram, com aqueles três dias, um estilo de vida que talvez precisasse renascer nos dias de hoje. 

Se apresentaram estrelas da música como: Jimi Hendrix, Janis Joplin, The Who, Santana e Creedence Clearwater Revival.


Amo demais "Piece of my heart" da Janis Joplin. Em viagens de carro, meu pai colocava o CD dela e, ao me deparar com a música novamente, fui levada aquela lembrança da estrada, da espera para chegar logo, de perguntar o quanto ainda faltava, de olhar para as nuvens, para as árvores do caminho, pensar na vida, e desejar paz, assim como os jovens de 1969. Senti saudade. O vídeo a baixo traz a gravação ao vivo em que ela canta no Festival. Espero que ao ouvirem, ela também lhes traga novamente lembranças de um tempo de ingenuidade, bondade, paz e amor. 








Quer conferir as melhores músicas dos anos 60? É só clicar aqui

Aproveitem!


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quinta-feira, 12 de julho de 2012

Breve História do Rock - 50's



Dia 13 de julho é o dia mundial do rock e, por isso, resolvi reunir algumas curiosidades da sua história e agrupá-las aqui no blog para vocês (re)verem as músicas que marcaram gerações. 


Os programas de rádio norte-americanos da década de 1950 começaram a tocar músicas com um ritmo cuja origem está no blues, no country e na música gospel. Com o tempo, esta nova batida foi sendo remodelada e, como se trata de uma evolução musical, não podemos apontar uma única música a ser classificada como a “primeira”. No entanto, há uma série de músicas daquela época que aprimoraram o que hoje conhecemos como rock. Nos anos 50, os instrumentos básicos que originaram o rock eram a guitarra elétrica, a bateria e o baixo, formando um ritmo frenético que agitou os jovens do passado, os do presente e, certamente, conquistará as gerações futuras. 


  • Década de 1950
Elvis Presley, com um borogodó todo especial, gravou “That's All Right (Mama)” pela gravadora Sun Records em 1954 e, no mesmo ano, Bill Haley & His Comets gravaram o hit “Rock Around the Clock”, que ficou famoso através do filme “Blackboard Jungle”, que em português recebeu o nome “Sementes da Violência”. A música é bem animadinha e dá vontade de dançar, não é a toa que fez sucesso e agitou os jovens daquela época. Baita música!





Bill Haley & His Comets vieram ao Brasil pela primeira vez em 1958, contratados pela Rádio e TV Record. O repórter Murilo Antunes Alves teve a oportunidade de entrevistar o astro do rock n’ roll, Bill Haley, no aeroporto de Congonhas.

O interessante é ver o modo de falar daquela época, parece que a língua era mais enrolada!! Confiram o vídeo a baixo:


A primeira música rock n’roll nacional foi escrita por Miguel Gustavo e gravada por Cauby Peixoto em 1957. Chama-se “Rock and Roll em Copacabana”. Ela é bem animadinha mas, sinceramente, não achei nem um pouco sopa no mel entender o que ele cantava. 






Os irmãos Tony e Celly Campello se tornaram ídolos do rock nacional. Entre os sucessos, podemos citar a versão de “Estúpido Cupido” gravada por Celly em 1959. Essa daí o mundo inteiro conhece, mas é tão boa que vale a pena ser ouvida de novo e de novo! É aquela música bacana para requebrar o esqueleto nos finais de festa! OhOh cupido... 




O que podemos dizer desse período é que as músicas do gênero eram não só feitas para os adolescentes, como também sobre a vida deles. As letras eram simples, falavam sobre os problemas enfrentados pelos jovens, coisas do cotidiano e, é claro, sobre o amor.

Quer conferir a lista das melhores músicas de rock dos anos 50? É só clicar aqui.

Aproveitem!



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quarta-feira, 27 de junho de 2012

Entrevista com Marcelo Freixo na Cúpula dos Povos

Por Louise Queiroga


Enquanto Marcelo Freixo andava na Cúpula dos Povos na quinta-feira (21), pedimos que ele nos respondesse algumas perguntas. Ao ser questionado se era a favor ou contra a construção da usina hidrelétrica de Belo Monte, ele mostrou-se contra e afirmou ser uma obra desnecessária. Disse ainda que há manifestações muito claras de diversos ativistas com respostas concretas, e que o Brasil tem uma capacidade de produzir energia de várias outras maneiras. Citou as energias alternativas, como a solar e a eólica, que necessitariam de um investimento mais barato do que o da usina de Belo Monte, a qual, para ele, seria um atalho que não nos levará ao melhor caminho. “A gente precisa ter mais responsabilidade com o planeta e não essa visão imediatista”, afirmou Freixo.

Sobre a Rio+20, Freixo disse que o resultado da Conferência seria um fiasco, pois a partir do momento em que os chefes de Estado não quiseram olhar para os erros e acertos dos últimos 20 anos e quiseram só olhar daqui para frente, já se sabia que o documento final seria muito tímido e acovardado diante dos principais debates. A Cúpula dos Povos, diferentemente, reuniu uma quantidade imensa de movimentos, e de acordo com Freixo, mostra que existe toda uma luta viva, com mobilização enorme de diversos setores. Para ele, da Eco 92 para os dias atuais houve um retrocesso muito grande, já que ocorreu aumento do número de conflitos no campo e do número de famintos no mundo. Disse também que o documento da Eco 92 foi muito mais contundente do que o da Rio+20, o que mostra que a covardia também aumentou. Por fim, declarou que a Cúpula dos Povos nos dá uma grande esperança, mas que precisamos repensar o modelo de produção e de consumo que temos hoje.  “Sustentabilidade é uma sociedade que é baseada na dignidade humana e não no lucro. Uma sociedade sustentável é uma sociedade que sua economia, seu crescimento são calcados na garantia da dignidade humana para todas as pessoas e não no lucro pelo lucro. Essa é para mim, a definição mais fácil, pedagogicamente, de ser compreendida”, afirmou Freixo.

Confira o vídeo da entrevista:


terça-feira, 26 de junho de 2012

Cúpula dos Povos ~ Diversidade ~ Sustentabilidade

Participar da Cúpula dos Povos foi uma experiência incrível. Eu e umas meninas da faculdade entrevistamos diversas pessoas dos mais variados lugares, como Suécia, El Salvador, Finlândia, Estados Unidos, Alemanha, França, Rússia, fora os brasileiros que vieram de outros estados para se envolver nesse evento histórico.

O nosso objetivo era reunir o máximo de informação para divulgarmos no portal da faculdade, que ainda não está no ar - mas espero que em breve as pessoas já possam conferir nosso trabalho.

Ao andar pela Cúpula, notei que havia muito comércio. E não fui a única a perceber isso. Enquanto conversava com o Diego Santiago, na quinta-feira (21), ele também afirmou que a Cúpula estava bastante comercial. Apesar de ter achado a Cúpula interessante, por conhecer pessoas e culturas, segundo ele, pareceu ser um evento indígena, porque havia muitos índios vendendo seus artefatos.

No outro extremo, o índio Guarapirá Pataxó, de uma aldeia do sul da Bahia, disse que a Cúpula serviu para que eles mostrassem sua cultura e seu artesanato. Ele ainda chamou atenção para a imagem que a sociedade faz do índio e como ela pode ser preconceituosa. Guarapirá declarou que o índio de hoje não é mais aquele de 1500 e que se está falando ao celular ou usando a internet, ele não deixa de índio por causa da modernidade.

O comércio na Cúpula não se restringiu ao artesanato indígena, como o da aldeia do Guarapirá. Na verdade, foi crescendo a cada dia e, já na sexta-feira, o número de ambulantes era bem maior. Camisetas com os "memes", mochilas, fantoches, bijuterias-clássicas-facilmente-encontradas-em-camelôs, são alguns exemplos das bugigangas vendidas por lá.


É claro que a o evento não se resumiu a transações comerciais. Havia tendas espalhadas por todo o Aterro, como esta do Greenpeace na foto à esquerda.

Pessoal do MST foi em peso e gente de outros estados apareceu no Rio, como uma galera que levou uma petição de aumento da licença maternidade para as pessoas assinarem.







Manifestações ocorriam a todo momento, como os protestos das mulheres, que pediam respeito, igualdade e liberdade.

Ou o protesto do grupo de jovens, no vídeo abaixo, contra a forma como os animais são tratados. Eles chamavam a atenção para a relação que existe entre o homem e o planeta.






O importante disso tudo, é a mensagem que fica. É preciso tomarmos uma atitude já. E isso não vale apenas para esse mês de Rio +20, pelo contrário, é uma mudança em nossos hábitos que se inicia agora e não terá mais fim. Que hábitos seriam esses? Ora, hábitos de consumo, de transporte, de respeito. Afinal, a sustentabilidade tem 3 pilares, o econômico, o social e o ambiental. Como disse Fernando Tinguá - na foto ao lado - precisamos dar oportunidade ao planeta, para que o planeta dê oportunidade às futuras gerações.


segunda-feira, 11 de junho de 2012

Se chorei ou se sorri, o importante é que eu fui ao Simun


Participar do Simun foi uma experiência incrível para desenvolver minha habilidade no jornalismo. Pela primeira vez numa simulação, entrei com vontade no Comitê de Imprensa. Minhas expectativas eram altas e logo no primeiro dia fui surpreendida: era a única integrante do jornal no qual havia me inscrito. Depois de ficar mega nervosa no primeiro dia, acabei recebendo uma ajuda inesperada. Um dos meninos, que não estava inscrito no mesmo jornal que eu, caiu de para-quedas e se mostrou prestativo e talentoso na função de jornalista. Ao longo dos dias, nós fizemos o jornal funcionar, dividimos as tarefas e conseguimos cumprir os desafios de transmitir a notícia aos outros participantes da Simulação.

O mais interessante de toda o Simun foi conhecer diversas pessoas que jamais conheceria caso não participasse. As conversas fluíam com naturalidade, como se já conhecesse aquele pessoal há séculos. Antes, eu era muito envergonhada para falar com gente desconhecida, mas fiquei surpresa comigo mesma ao achar bastante fácil e prazeroso me interagir com tanta gente assim.

Talvez seja por isso que gostei tanto de participar da Imprensa. Mesmo que eu não pudesse falar coisa alguma durante as sessões dos outros comitês, assim que elas terminavam e a informalidade voltava, perguntava o que considerava necessário para escrever as matérias para o jornal daquele dia. No entanto, na verdade,  conversávamos não só a respeito da Simulação em si, mas também  sobre diversos outros assuntos da vida de cada um.


Dei boas risadas, conheci várias pessoas e acredito ter cometido um equívoco no inicio desse texto. Não foi só minha habilidade no jornalismo que aprimorei, foi também minha predisposição a falar com outras pessoas, minha capacidade a ter mais equilíbrio em situações de ansiedade e, com tudo isso, tive a certeza de que cada experiência vale a pena, mesmo que algumas coisas não saiam da exata forma como esperamos.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Especial American Idol - parte 3


Hoje a competição é entre The Voice (UK) e American Idol! 


As moças cantam "Rolling in the deep" da incrível, maravilhosa e diva, Adele! 











Hollie Cavanagh, do American Idol X 
Joelle Moses, do The Voice britânico.



Hollie canta com uma técnica impecável, sua voz é firme, dicção excelente, enfim, é uma cantora excepcional! No entanto, ela perde um pouco nas expressões faciais e deixa de lado a emoção no olhar na hora da apresentação. Talvez seja por isso que ela tenha sido eliminada do programa. Apesar de ter uma belíssima voz, Hollie não se sobressaiu com relação ao seu envolvimento com a música. Isso não quer dizer que ela não tenha evoluído ao longo do programa, pelo contrário, ela melhorou bastante e a demonstração de suas emoções ficou cada vez mais evidente.



Já no caso de Joelle Moses, sua voz parece sofrer desvios em determinados momentos. Mesmo assim, tem presença de palco e emociona quem está assistindo.Tanto que todos os jurados gostaram dela. Seu talento fica claro, ela naturalmente é cantora.

The Voice UK, segundo o site blogna.tv, continua mantendo mais interesse do que a versão americana, que tem corrido o risco de ficar muito arrastada.

Surf com belo visual








Outras pessoas só curtiam o visual e aproveitavam para tirar fotos. 












Obra deixa o trânsito intenso no Ingá


O trânsito do Centro ao Ingá está muito congestionado, mais do que o normal, principalmente pela obra que impede os carros de virem no sentido Museu - Praia das Flechas. Dessa forma, todos têm que passar pelo mesmo local, praticamente.

Hoje, eu não aguentei e acabei descendo do ônibus. Na altura do Instituto Biomédico, estava tudo parado e, quando ônibus andava, era por uma distância muito pequena.

Achei vantagem ir andando. Estava certa. Ao passar pela praia na altura do Ingá, fiquei maravilhada com o visual.

O mar batia e me deparei com muitos surfistas. Coisa rara por aqui. Notei outras pessoas admirando e tirando fotos. Não podia fazer diferente. Lá eu estava aproveitando a situação. Valeu a pena!








Mais tarde...

Não percam a 3ª parte do Especial American Idol! Até lá!